Ambiente, uso e manutenção influenciam o diagnóstico
Em edificações próximas ao mar, a exposição a cloretos e à umidade deve ser considerada na análise da corrosão e da durabilidade. Insolação, movimentações térmicas, drenagem e manutenção também interferem no desempenho. A localização não define sozinha a causa: cada sistema precisa de avaliação própria.
Manifestações que investigamos
- **Trincas e fissuras:** retração, movimentações, recalques e outras hipóteses. - **Corrosão de armaduras:** degradação do concreto e das barras de aço. - **Infiltração e umidade:** fachadas, esquadrias, tubulações e impermeabilização. - **Desplacamento:** perda de aderência de revestimentos e risco de queda. - **Falhas de impermeabilização:** coberturas, piscinas e reservatórios. - **Vícios construtivos:** análise das condições e documentos para apoiar a avaliação de garantia.
Como funciona o diagnóstico
1. **Histórico:** uso, reformas, manutenções e início dos problemas. 2. **Vistoria e mapeamento:** localização e registro das manifestações. 3. **Ensaios:** selecionados conforme as hipóteses e o acesso. 4. **Análise:** causas prováveis, riscos, limitações e prioridades. 5. **Laudo com ART:** conclusões fundamentadas e diretrizes de intervenção.
Diagnóstico, recuperação e responsabilidade
O diagnóstico não se confunde com o projeto de recuperação nem com a execução do reparo. As conclusões técnicas apoiam decisões e eventuais discussões de responsabilidade, mas não garantem resultado judicial. O projeto, quando necessário, e a obra precisam de escopos e responsáveis técnicos definidos.
