Quando um laudo estrutural é necessário
- Fissuras inclinadas, em "escada" ou que aumentam de abertura ao longo do tempo. - Armadura exposta, manchas de ferrugem e desplacamento do concreto em pilares, vigas, lajes e marquises. - Deformações visíveis: laje com flecha, piso desnivelado, portas e janelas que passam a emperrar. - Obras vizinhas, escavações ou rebaixamento de lençol próximos ao prédio. - Mudança de uso, acréscimo de carga, abertura de vãos ou retirada de paredes. - Exigência de seguradora, banco, órgão público, Corpo de Bombeiros ou do Judiciário. - Prédios antigos da orla expostos à maresia, onde a corrosão de armaduras é a principal causa de degradação.
O que avaliamos
- **Inspeção visual sistemática** de pilares, vigas, lajes, fundações aparentes, marquises, reservatórios e cobertura. - **Mapeamento de fissuras** com abertura, extensão, padrão e evolução (com instalação de selos testemunho quando necessário). - **Ensaios não destrutivos e semidestrutivos**, conforme o caso: esclerometria (NBR 7584), pacometria para localizar armaduras e medir cobrimento, profundidade de carbonatação, potencial de corrosão e extração de testemunhos de concreto (NBR 7680). - **Análise de projetos** estruturais, quando disponíveis, e verificação de compatibilidade com o executado. - **Classificação do risco** e da urgência de cada anomalia.
Normas que sustentam o laudo
- **ABNT NBR 6118:** projeto de estruturas de concreto, durabilidade e cobrimento. - **ABNT NBR 16747:** inspeção predial. - **ABNT NBR 15575:** desempenho de edificações. - **ABNT NBR 13752:** perícias de engenharia na construção civil. - **ABNT NBR 7584 e NBR 7680:** ensaios de esclerometria e extração de testemunhos.
O que você recebe
1. **Laudo estrutural com ART**, fotos, croquis de localização e mapeamento das anomalias. 2. **Diagnóstico de causa**: o que provocou cada problema, e não só a descrição do sintoma. 3. **Classificação por risco e urgência**: o que exige escoramento ou interdição imediata, o que entra no plano de manutenção e o que é só monitoramento. 4. **Diretrizes de recuperação** para orientar o projeto de reforço ou a contratação da obra. 5. **Apresentação ao síndico, conselho ou assembleia**, em linguagem clara.
Por que um engenheiro independente
Quem faz o laudo não deve ser quem vai vender a obra. Não executamos reformas e não indicamos empreiteiras. Por isso o diagnóstico mostra o tamanho real do problema, sem aumentar o escopo para gerar obra e sem minimizar risco para fechar orçamento.
Responsável técnico: Eng. Filipe Machado, CREA-ES 027958/D.
